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P.S.: saudades desse meu violão de aço,desse meu companheiro nos meus passos...
Motivo – Cecília Meireles
Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem triste:
sou poeta.
Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.
Se desmorono ou edifico,
se permaneço ou me desfaço,
- não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno e asa ritmada.
E sei que um dia estarei mudo:
- mais nada

“A alienação é demasiado doce (como um refrigerante) e a liberdade demasiado amarga, porque está demasiado próxima da solidão. E da loucura” - Manuel J. Gomes
Quando se faz algo que é feito de coração, não tem boca que se cale e nem voz que arranhe.
ResponderExcluirSe entregar de corpo e alma aos instrumentos, faz do dia muito mais feliz.
Você está no caminho certo, moça!
Beijo